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Velho nome de Barra do Cunhaú, localizaçãda, na foz do rio que foi primeiramente usado por piratas franceses baseados no Maranhão em 1535 para esconder a madeira Pau Brasil que traficava com a ajuda de nativos.
Em 1598 os franceses foram expulsos por Jerônimo Maranhão, Português militar de origem indígena, e
na área da barra de Cunhaú foi construída uma fortaleza.  Hoje, nao existem repertos, mas uma Pousada afirma basear-se sobre as fundações antigas ...

Em 1604 foi construído o Engenho de Cunhaú, uma fazenda que supervisionou as plantações de cana de açúcar, o negócio real do Português que foram a expansão do mercado na Europa.
Em 1630 os holandeses tomaram posse da fortaleza e dell'engenho, e com eles o mercado de cana-de-açúcar passa sob seu controle até 1654. Uma história do Nordeste brasileiro, ainda sujeito a proteçao da imagen Português, que parece ter sido apagada.

 

 

sanità in brasile

Parece que neste momento eles deram origem ao primeiro povoado indio para a colheita de cana, a Aldeia de Gramacho, uma cidade na colina hoje chamada de Vila Flor, agradável vila que escapou a modernização, e que ainda conserva os restos de uma igreja e uma velha prisão como parte do túnel que é propagado para o mar e em outros departamentos do Interior. A parede do qual o ramo é chamado de 7 furos, mas agora está fechado.

A história oficial começa no entanto, apenas na segunda vinda do Português, que até então estavam na região da Bahia e do Rio de Janeiro, graças à posse adquirida com o apoio da Armada espanhola, a qual os portugues deram uma modesta contribuição, já que nessa época, devido a problemas da dinastia, o rei espanhol era também rei de Portugal.


E' a partir deste ponto que a inizia a versão oficial da história do Nordeste brasileiro,  porem este lugar pode de fato ser considerado o local de início da colonização européia. Mas até agora a historia vai apenas falando sobre a Bahia, talvez porque é aí que a conservação de monumentos tem outros interessantes história, especialmente o turismo internacional.


O 1700 permanece nos anais como a construção de Vila Flor, que tomou o nome inicial de Gramacho, em 1768. Até o 1943 3 45 a igreja e da prisão foi ampliada e restaurada.

 

Visitar Cunhaù

 

 

 

è uscito !


PARAISO DO PECADO

 

Em 1645, um soldado alemão, Jacob Rabi, um aliado dos holandeses, que fazia parte da expedição de Maurício de Nassau, organizou um massacre de Português. Estes, que foram organizados para a revolta contra os holandeses que haviam tomado posse do comércio da cana de açúcar, se reuniram em uma igreja perto de Pedro Velho. Jacob, que falava a língua nativa depois de quatro anos tendo vivido na aldeia com eles,  conseguiu o apoio dos indios nativos. Naquela época, as forças dos invasores não foram capazes de apoiar batalhas, por isso era prática usar os índios para os atos de guerra.

Naquela época, o Jacob tinha recolhido 200 indigenos. Ele fui à igreja, pedindo uma audiência com o pretexto de um documento dos holandeses no Recife, sua base local. Quando a porta foi aberta, os índios entraram e mataram todos os Português. A técnica de abate dos índios sendo golpear o inimigo em pedaços, cortar as mãos, pés, órgãos sexuais, talvez deixando o inimigo vivo. Animado com o sucesso, Jacob, sob o comando de seu exército, um ano depois do massacre também se repete em Natal, atacando o Forte dos Reis Magos e da força do Potengi, ate hoje lembrado como o massacre de Uruaçu. Seu orgulho foi alimentado a tal ponto que ele se recusou a se submeter às regras do holandês, e foi para Natal, onde todos os moradores estavam escondidos. Aqui tambem foi um massacre. Mas entre aqueles que matou também estavau o filho do comandante holandês de Natal, que havia se casado com uma moça local. Na notícia, o comandante holandês percebeu que o homem não estava mais sob o seu controle, assim concordaram um plano para livrar Recife do incomodo, e mandou matá-lo.

 

 

Pois que os prisioneiros eram mantidos como reféns um dia antes de ser morta, em seguida a Igreja construiu o mito dos mártires, que familiarizados com o fim atroz iminente, se prepararam para a partida, entregando suas almas ao Todo-Poderoso. a versão da ópera é, obviamente, a raiz do colonialismo Português, que sempre enviou os jesuítas para explorar a terra como uma vanguarda militar do exército. Do ponto de vista local, hoje podemos dizer que os índios foram libertados do jugo que lhes são impostas. Mas, até à data, nenhuma revisão da história parece ser explorado, ea celebração pomposo dos mártires continua a criar instâncias do país, procissões, festas e libações 02 de junho.

 

 

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Rio Corimatai

       

 Antico nome di Barra di Cunhaù, località alla foce del fiume che per primo fu utilizzato dai pirati francesi di stanza a Maranhao nel 1535 per nascondere il legno di pau brasil che contrabbandavano grazie all'aiuto degli indigeni locali.

Nel 1598 i francesi furono espulsi dall'area da Jeronimo Maranhao, militare portoghese di origine indigena, e nella zona fu costruito il fortino di barra di Cunhaù. Oggi non ve ne sono tracce, ma una pousada pretende di poggiare sulle antica fondamenta del forte...

 

 

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Nel 1604 fu edificato l'engenho de Cunhaù, una fazenda agricola che sovrintendeva alle piantagioni di canna da zucchero, vero business dei portoghesi che stavano ampliando il mercato in Europa.

Nel 1630 gli olandesi si impossessano del fortino e dell'engenho, e con essi il  mercato della canna da zucchero passa sotto il loro controllo fino al 1654.  E' un'epoca che nella storia del nordeste brasiliano, tuttora prono alla storia portoghese, sembra essere stata cancellata.

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Gramaciò

 

Sembra che in quest'epoca essi diedero vita al primo insediamento indio per la raccolta della canna, la Aldeia di Gramaciò, cittadina sopra la collina oggi chiamata Vila Flor, piacevole villaggio sfuggito alla modernizzazione che ancora conserva le vestigia di una chiesetta e dei una antica prigione dalla quale partivano dei tunnel che si propagavano fino al mare e in altre direzioni dell'interno. Il muro dal quale dipartono si chiama dei 7 buchi, ma oggi è chiuso.

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La storia ufficiale inizia invece solo al secondo avvento dei portoghesi, che fino a quell'epoca stavano nella regione di Bahia e nell'area di Rio de Janeiro, grazie al possesso acquisito con l'appoggio della Invincibile Armata spagnola alla quale diedero un modesto contributo, dato che in quell'epoca, a causa di problemi di dinastia, il re spagnolo era anche re portoghese.

E' da qui che parte la versione ufficiale della storia del Nordeste brasiliano, che invece potrebbe a tutti gli effetti essere considerato il luogo di inizio degli insediamenti europei nel Brasile, mentre finora si è parlato solo di Bahia, probabilmente perché lì la conservazione dei monumenti ha resto interessante la storia soprattutto per il turismo internazionale.

Il 1700 rimane quindi negli annali come l'edificazione di Vila Flor, nome che assunse dall'iniziale Gramaciò nel 1768. Entro il 1943 3 il 45 la chiesa e la prigione vennero ampliate e restaurate.

 

Martirio o Liberazione?

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Nel 1645 un militare tedesco, Jacob Rabi, alleato degli olandesi che faceva parte della spedizione di Mauricio de Nassau, organizzò un massacro di portoghesi. Questi, che si erano organizzati per ribellarsi agli olandesi che avevano preso possesso del commercio della canna, si erano riuniti in una chiesa vicino a Pedro Velho. Jacob, che parlava la lingua indigena per aver vissuto 4 anni nell'aldeia con loro, e se ne era garantito l'appoggio. A quell'epoca, le forze degli invasori non erano tali d sostenere battaglie, per cui era prassi utilizzare gli indios per le azioni di guerra. All'epoca ne aveva radunato 200. e si recò alla chiesa, chiedendo udienza con la scusa di un documento degli olandesi di Recife, la loro base locale. Quando gli fu aperta la porta, gli indios entrarono e massacrarono  tutti i portoghesi. La tecnica di mattanza degli indios era tagliare i nemici a pezzetti, tagliare le mani, i piedi, gli organi sessuali, magari lasciando vivo il nemico. Eccitato dal successo, Jacob, al comando di della sua armata, un anno dopo ripeté il massacro anche a Natal, attaccando il Forte dei Re Magi e il Forte di Potengi, ricordato come il massacro di Uruaçù. Il suo orgoglio fu alimentato al punto che non volle più sottostare alle regole degli olandesi,  e si diresse a Natal, dove tutti i locali si erano asserragliati, anche qui fu una mattanza. Ma fra questi uccise anche il genero del comandante olandese di Natal, che si era sposato con una locale. Alla notizia, il comandante olandese capì che l'uomo non era più sotto il suo controllo, concordò con Recife un piano per liberarsi dell'incomodo, e mandò ad ucciderlo.

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Poi che i prigionieri furono tenuti in ostaggio un giorno prima di essere uccisi, la chiesa costruì il mito dei martiri, che sapendo della atroce fine imminente, si prepararono alla dipartita consegnando le loro anime all'altissimo. Tale lirica visione è evidentemente intrisa delle abituali aspettative del colonialismo portoghese, che da sempre mandava i gesuiti ad esplorare le terre come avanguardia dell'esercito militare. Storicamente, la missione della chiesa era di ridurre i nativi alla credenza cattolica per essere usati come manovalanza nelle colonie del re, oppure dichiararne l'empietà definitiva, e decretarne lo sterminio.  Dal punto di vista locale, oggi si potrebbe dire che gli indios si liberarono del giogo loro imposto. Oggi dovrebbero festeggiare la data come una Festa della Liberazione dall'oppressione. Ma, a tutt'oggi, nessuna revisione della storia sembra venire esplorata, e la pomposa ricorrenza continua a ripetersi immutata ogni 2 di giugno in paese con messe, processioni religiose, feste e libagioni a memoria dei martiri.

 

Aldeia de Gramaciò - Rn  2011

 

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L'albero di samaumeira amazonenses, detta pau Grande, uno dei maggiori di tutto il Nordeste, attrazione della cittadina di Vila de Cuitezeiras, rinominata Vila Nova dopo l'inondazione del 1901, durante la quale gli abitanti si rifugiarono nella chiesa nella speranza di non esser trascinati via dai flutti. Il nome fu mutato in Pedro Velho nel 1907 alla morte del polico locale Albuquerque Maranhao, discendente della famosa famiglia dell'indigeno militare che nel 1615 espulse i francesi ed ebbe in dono il Nordeste. L'albero è nato da una semente importata nella fine del secolo XIX da Francisco Barbosa de Oliveira, che lavorò in Amazzonia per la raccolta di caucciù. Oggi ci vogliono 30 uomini per abbracciala tutta.

 

Igreja a Pedro Velho  (1862)

 

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Nella zona perduta della cittadina di Pedro Velho, distrutta da un'inondazione il 13 giugno del 1901, rimane una delle più suggestive pietre del nordeste, la chiesetta di Santa Rita da Cassia, eretta nel 1862, un anno dopo la costituzione della città. Vestigia di una storia del Brasile che iniziò proprio da queste parti, che poi, per orgoglio portoghese, fu cancellata dalla memoria. Si dice che la storia la scrive chi domina, ecco, i portoghesi dimenticarono chi li avevano preceduti, aiutati, sospinti in queste terre. Dalla scoperta dell'allora Gramaciò, poi Florenze, quindi terra di Vila Flor, è tutto un susseguirsi di errori documentabili. Mulini distrutti, aree indigene ricoperte di piantagioni, mura antiche incementate, fondamenta storiche saccheggiate per costruire pavimenti o case popolari. Sopra ogni cosa incombe il silenzio violento della memoria, zittita dall'orgoglio di appartenere alla storia altrui...

  

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Praia di Tabatinga

 

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Descanso no Rio Carimatù

 

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Baia de Traiçao

 

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fotos de Barra 1 - 2

Historia da ragiao do Cunhaù

links

 

Barra no You Tube : 

 

outro video da area :

 http://youtu.be/GTUmPaI9MS8&feature=related

 

http://www.barradocunhau.com.br/conteudo/informativo/conheca.asp

 

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Old name for Barra de Cunhau, a place at the mouth of the river which was first used by French pirates based in Maranhao in 1535 to hide the wood of pau brasil, which they use to smuggl with the help of local natives.


In 1598 the French were expelled  by Jeronimo Maranhao, a portuguese cheaf of army of indigenous origin, and in the area of the fort was built the village of Cunhau. Today there are not traces, but a Pousada claims to be based on ancient foundations
of the fort.

It seems that in 1630 the first fazenda for the cane production was conquered by the nederalnds.  In the same time they gave birth to the first settlement for the Indian sugarcane harvest, the Aldeia of Gramacho, a town on the hill now called Vila Flor, pleasant village escaped from the modernization which still preserves the remains of a church and an old prison. From there is the begin of the tunnel that propagated to the sea and in other directions of the Interior. The wall from which the branch is called the 7 holes, but is now closed.

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The official history begins however only with the second coming of the Portuguese, who until that time were in the region of Bahia and Rio de Janeiro, thanks to the possession acquired with the support of the Spanish Armada, to which they gave a modest contribution , since at that time, due to problems of dynasty, the Spanish king was also king of Portugal.


And from this point the official version of the history of the Brazilian Northeast begins, which instead could in effect be considered the place of
start of European settlement in Brazil, which has so far spoken only of Bahia, probably because that's where the conservation of historic monuments becames interesting for mainly  international tourism.


The 1700 remains in the annals as the building of Vila Flor, who took the name from the initial Gramacho in 1768. By 1943 the third 45, the church and the prison was expanded and refurbished.

On the 1645 a German soldier, Jacob Rabi, who was an ally of the Dutch part of the expedition by Mauricio de Nassau, organized a massacre of Portugueses. These, which were organized to revolt against the Dutch who had taken possession of the trade of sugar cane, had gathered in a church near Pedro Velho.

Jacob, who spoke the native language for living during 4 years in the aldeia with them, was given the support of the native villages. At that time, the forces of the invaders were not capable of supporting battles, so it was practice to use the Indians for acts of war. At that time it had gathered 200 of them, and he went to the church, asking for an audience under the guise of a document of the Dutch in Recife, their local base.

When the door was opened, the Indians came in and massacred all the Portugueses. The indian technique of slaughter of the   enemies was to cut them into pieces, cutting off their hands, feet, sex organs, perhaps leaving the enemy alive.

Excited by the success, Jacob, to the command of his army, repeated a year after the massacre also in Natal, attacking the Fort of the Magi and the strength of Potengi, remembered as the massacre of Uruaçù.

His pride was fed to the point that he refused to submit to the rules of the Dutch, and went to Natal, where all the locals were holed up.  Here as well was a massacre. But among those he also killed the son of the Dutch captain of Natal, who had married a local. At the news, the Dutch captain realized that the man was no longer under his control, and agreed with Recife for a plan to get rid of him, and sent someone to kill him.

The prisoners were being held hostage one day before being killed, knowing that the end was near awful, they prepared to surrender their souls to the very high departure. So the church after built the myth of the martyrs.

This lyrical vision is obviously derived by the usual expectations of Portuguese colonialism, that has always sent the Jesuits to explore the lands as a vanguard of the militar army. Historically, the Church's mission was to reduce the natives to the Catholic belief to be used as laborers in the colonies of the king, or declare them ultimately blasphem, so to decrete the extermination.

From a local point of view, today you could say that the Indians got rid of the yoke imposed to them. It should be remembered by the locals as a day of Freedom from the slavery. But to date, no revision of the story seems to be explored, and the pompous celebration  continues to create through the country ritual masses, processions, religious feasts and libations in the memory of the portuguese "martyrs" every June 2th. 

 

Samaumeira amazonenses tree.

Lost in the area of the town of Pedro Velho, the one destroyed by a flood in early 1900, remain the most beautiful stones of the northeast, the runs of a story that began precisely in these part of Brazil, and then, due to the Portuguese proud, was deleted from the memory. It is said that he who detein the power, then writes the history, well, the Portuguese forget completely they who had preceded them, helped, pushed into these lands. Since the discovery of the oldest Gramacho, then Florence, then the actually Vila Flor, everything is a succession of documented errors of the historic relics. Mills destroyed, indigenous areas covered with plantations, ancient walls covered with cement, looted historical foundations used for city pavements or house foot. Above all looms the memory of the violent silence, hidden by the pride of belonging to the history of others ...

 

 

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